quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Anúncio da DM9DDB para WWF gera polêmica

DM9DDB e WWF divergem sobre anúncio polêmico

O site da revista norte-americana especializada Advertising Age, parceira de Meio&Mensagem, publicou nesta terça-feira, 1º, uma matéria em que faz duras criticas a um anúncio criado pela DM9DDB para a ONG WWF.

A peça mostra diversos aviões em baixa altitude indo em direção a uma Manhattan na qual o complexo do World Trade Center e suas duas torres gêmeas ainda existiam. E o texto afirma que o Tsunami matou muito mais gente do que o 11 de setembro, indicando que o ser humano deve se precaver (confira a foto).

A peça gerou discórdia e revolta nos norte-americanos e colocou em posições opostas a agência brasileira e o braço local da ONG.

Uma porta-voz da DM9DDB disse que a peça foi aprovada pelo WWF Brasil e que teve veiculação em um jornal de São Paulo, sem especificar qual. A aprovação teria ocorrido em "instâncias intermediárias", segundo a fonte. Quando as lideranças tomaram conhecimento, a campanha teria sido imediatamente suspensa. A peça, inclusive, chegou a participar de uma premiação, o One Show, o que pode ter sido o trampolim para que ela se tornasse conhecida em outros países. O anúncio está, no momento, sendo exibido pelo Blog Advertolog, neste link.

Em nota, a DM9DDB ressaltou que o anúncio Tsunami "foi criado por uma equipe da DDB Brasil que já não faz mais parte da agência". "A DDB Brasil pede desculpas a todos que tenham se sentido ofendidos pelo anúncio, que não deveria ter sido produzido e que não reflete a filosofia da agência", diz.

Em posição oposta, o braço brasileiro do WWF publicou em seu blog um comunicado no qual diz que a peça foi apresentada pela DM9DDB em dezembro de 2008, mas que não aprovou sua veiculação. "A relação entre atos de terrorismo, que vitimaram milhares de pessoas, com os efeitos das mudanças climáticas não é justificada em hipótese alguma e não está alinhada com a mensagem que a organização pretende passar para atingir seus objetivos de conservação da natureza e uso sustentável dos recursos naturais", disse a ONG brasileira, que lamentou profundamente o ocorrido.

A WWF global afirmou em comunicado não ter solicitado a produção e criação da peça e, mais do que isso, condenou o anúncio, dizendo que ele é ofensivo. "Este conceito foi sumariamente rejeitado pela WWF e jamais deveria ter visto a luz do dia. Representa um uso não-autorizado do nosso logo e estamos tomando ações para que sejam removidos dos websites onde estão publicados", diz a ONG.

Revolta nos EUA
O Advertising Age, que tem sede em Nova York, apontou que, "surpreendentemente, muitas pessoas pensaram que o anúncio foi mesmo assinado pela WWF". E que, nas palavras do repórter Ken Wheaton, "pior do que a ridícula imagem, foi o texto". Ele cita ao texto exibido na peça postada pelo Advertolog: "O Tsunami matou 100 vezes mais pessoas do que o 11 de setembro. Mas qual tsunami? O planeta é brutalmente poderoso. Respeito-o. Preserve-o".

O jornalista apontou que a peça é insensível e ressaltou que "Tsunamis não tem nada a ver com preservação ou conservação. São tipicamente causados por terremotos ou outras forças geológicas, que, segundo checamos, não são afetados pela extinção de animais, desflorestamento ou aquecimento global". Os comentários da matéria pelos leitores do site também atacaram fortemente o anúncio da agência brasileira.

Comunicado em conjunto
A WWF Brasil e a DM9DDB emitiram durante a tarde desta terça-feira, 2, um comunicado em conjunto em que esclarecem que o anúncio de fato foi aprovado de maneira equivocada pelo anunciante no final de 2008. "Fruto somente da inexperiência de alguns profissionais envolvidos de ambas as partes. E não de má fé ou desrespeito ao sofrimento americano", diz a nota.

Elas confirmaram que o anúncio foi veiculado somente uma vez em um jornal de São Paulo, cujo nome não foi revelado, e que chegou a participar de um festival internacional. Ambas lamentaram o ocorrido e pediram desculpas a todos os que se sentiram atingidos.


Fonte: Meio & Mensagem

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Estadão anuncia mudanças gráficas e editoriais

http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/Conteudo/?Estadao_anuncia_mudancas_graficas_e_editoriais

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Playcenter com nova campanha institucional

Playcenter resgata famílias paulistas

Ao comemorar 36 anos, parque de diversões lança nova campanha institucional visando se aproximar das famílias de São Paulo

Playcenter resgata famílias paulistas

O parque de diversões Playcenter comemora seus 36 anos com uma campanha institucional para as férias de julho, que estreia no dia 5, no programa Fantástico, da TV Globo. A ação, criada pela agência Dim Propaganda, busca a identificação das famílias de São Paulo com o parque.

O filme mostra diferentes momentos da história do lugar, que fez parte da infância de muitas pessoas. Intitulada "Sempre jovem, sempre Playcenter", a ação é um reposicionamento de mídia do empreendimento. O valor investido na ação não foi divulgado.

Segundo Melina Cunha, analista de marketing pleno do Playcenter, a intenção é atrair o público que estava "adormecido", ou seja, as famílias paulistas frequentadoras do parque desde sua fundação. "Os pais que já vieram quando eram adolescentes, agora têm de trazer os filhos. Isso fará com que o parque resgate este público" ressalta. E completa: "Hoje recebemos mais de 1,5 milhão de frequentadores ao ano. Queremos qualificar essas pessoas", analisa.

A ação terá um mês de duração e será transmitida para todo Estado de São Paulo. O filme será veiculado na TV aberta - Globo e Record. Fora isso, peças em mídia impressa, banners e um comercial de 60 segundos nas salas de cinema paulistas completam o plano de mídia.

Fonte: Meio e Mensagem

terça-feira, 30 de junho de 2009

Código de Ética do RP

Clique neste link e veja o código de ética do profissional de Relações Públicas
http://www.mundorp.com.br/codigo.htm

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Vote no melhor profissional de RP

O Prêmio Relações Públicas do Brasil chega a sua última fase com o anúncio dos finalistas em quatro categorias.

Foram, ao todo, 39 profissionais selecionados, através de indicações de estudantes e profissionais de relações públicas e áreas afins de todo o país, de 04/05 a 21/06/2009.

Agora, cada um pode votar, via internet nos seus preferidos: www.rpdobrasil.com.br.

Cada pessoa só poderá votar uma única vez em cada categoria. Os votos serão computados por CPF, para garantir que não haverá duplicidade. A votação vai até o dia 16 de agosto.

Os vencedores serão anunciados na cerimônia de encerramento da premiação que acontecerá em 6 de setembro de 2009, em Curitiba/PR. O evento faz parte da programação oficial do maior e mais importante congresso de comunicação do país, o INTERCOM 2009.

CATEGORIA PROFISSIONAL DE MERCADO
Ana Lúcia Novelli
Carolina Terra
Eliezer Cruz
Flávio Schmidt
Marco Rossi
Maria Inês Möllmann
Maria Lúcia Bettega
Mateus Furlanetto
Nemércio Nogueira
Olinta Cardoso

CATEGORIA PROFESSOR PESQUISADOR
Cleuza Cesca
Cleusa Scrofeneker
Fábio França
Luís Alberto de Farias
Claudia Moura
Maria Aparecida Ferrari
Roberto Fonseca Vieira
Rudimar Baldissera
Sidinéia Freitas
Sonia Cabestré

CATEGORIA CONTRIBUIÇÃO HISTÓRICA (in memorian)
Angela Feio
Antonio De Salvo
Eduardo Pinheiro Lobo
Higino Barbosa Lima
Maria Stella Thomazzi
Valentim Lorenzetti
Joaquim Ribeiro Junior
Waldeney Alcides

CATEGORIA PROFISSIONAL REVELAÇÃO
Aislan Greca
Ana Paula Garcia
Cláudia Rebechi
Denise Pagnussatt
Fabiana Begnini
Fábio Albuquerque
Juliano Melo
Patricia Zawascki
Tony Mello
Zilda Andrade

Vote agora: http://www.rp-bahia.com.br/rpdobrasil/finalistas.htm.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Segmentação na mídia

Matéria muito interessante do Veículo Meio & Mensagem
http://www.notilog.com/ajax/noticiaopen_new.php?tipo=1&lan=por&ID=825048&Pais=2&cl=1059&parametro=i

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Cai exigência do diploma de jornalismo



Sérgio Matsuura e Izabela Vasconcelos
O diploma para o exercício da profissão de jornalista já não é mais uma obrigatoriedade no Brasil. Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal considerou incompatível com a Constituição a exigência da graduação em jornalismo para o exercício da profissão, em votação do Recurso Extraordinário 511961, nesta quarta-feira (17/06).
Os ministros Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Carlos Britto, Cezar Peluso, Ellen Gracie e Celso de Mello votaram contra a exigência. Apenas Marco Aurélio Mello votou a favor da obrigatoriedade do diploma.
No início da sessão plenária, as teses se dividiram entre a posição defendida pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo e o Ministério Público Federal (MPF), contra a obrigatoriedade do diploma, e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), com o apoio da Advocacia Geral da União, sustentando a exigência.
Gilmar Mendes, relator do recurso, defendeu a autorregulação da imprensa. “São os próprios meios de comunicação que devem definir os seus controles”, afirmou.
Mesmo sem a exigência de diploma, os cursos de jornalismo devem continuar existindo, argumentou Mendes. “É inegável que a frequência a um curso superior pode dar uma formação sólida para o exercício cotidiano do jornalismo. Isso afasta a hipótese de que os cursos de jornalismo serão desnecessários”, avaliou.